Após um tempo processando o conceito e os feedbacks recebidos, posso dizer que o jogo está mais maduro, tanto na clareza das das regras quanto ao design em si.
O texto original do #gamechef é uma salada de conceito e regras insanas, mas como o concurso é curto, joguei o conceito que queria trabalhar, coloquei a melhor mecânica que me veio à cabeça e pá! olha a diagramação em formato de pergaminho….

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aqui você poderá encontrar o jogo sempre atualizado: ILUMINAÇÃO

Nota

ta tudo mudando… em breve mais detalhes

enquanto isso

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Mais algumas lidas no pdf e vi que faltou algo, o playtest também mostrou isso, o velho problema: falta de MECÂNICAS QUE IMPULSIONAM A NARRATIVA, já tinha falando isso no post anterior,jogos abertos tem esse problema. E isso será a primeira coisa a ser trabalhada.

Mas o playtest também mostrou coisas boas, a MECÂNICA DE QUESTIONAMENTO, funcionou até bem, tornou um jogo mais coletivo, não mais cada um contando uma historia, mas todos construindo varias historias, devo eu mudar, ao invés de ser uma QUESTÃO/PERGUNTA para algo que interfira mais nos contos.

Nota

ILUMINAÇÃO #gamechef2014

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O prototipo do jogo ainda é bem simples e tem apenas uma pagina de regras, sugiro que leia e então volte. 🙂

Os temas desse ano foram realmente bem tranquilos, NÃO HÁ LIVRO e os ingredientes foram ABSORVER, RELUZENTE, FOICE e INDOMADO.

O desafio era fazer algo simples que era capaz de sustentar uma narrativa, o que eu vejo em jogos mais simplórios é o jogo (mecânicas) não impulsionar a narrativa, isso deixa o jogo chato e pobre. Sei que ainda não consegui isso com ILUMINAÇÃO (que é um nome ruim /=) mas esse é apenas um prototipo.

Como este é um jogo totalmente narrativo  o tempo, espaço, lógica não precisam ser exactos, apenas deixe que faça algum sentindo na historia. A sacada é satisfazer seus colegas de mesa caso não consiga isso o progresso para a iluminação será bem mais difícil. Isso é bem legal, pois força o jogador a (tentar) agradar as todos e explorar o máximo nas narrativas e questões.

A temática é sobre um monge, mas o que é um monge? Nesse jogo pode ser qualquer coisa, desde um lutador marcial, uma mago, um dragão e ainda assim ser um monge. O  lance é que estão em busca de enriquecimento espiritual, e seus dogmas, ritos são totalmente livres, a cada oportunidade de narrativa tente agregar esses valores, e as questões também podem (devem!) explorar esses conceitos.

Os temas ABSORVER, RELUZENTE estão bastante presentes, absorver valores e sabedoria nas provações para enfim chegar no caminho da iluminação.

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fazer e sempre fazer

Com a mente fervilhando após o LabJogos 2014 a vontade de fazer só aumentou. Tive a oportunidade de conhecer uma galera que já troca figurinha no IndieRPG, uma comunidade do facebook dedicada a criação de jogos, e depois um umas conversas e outras a gama de possibilidade só se abriu.

A coisa mais produtiva que eu pode tirar (uma visão bem particular) foi a perda do medo de fazer e correr atrás, o Thiago Edwardo da Unza deu uma palestra de como lançar os jogos de maneira barata e independente que foi incrível, a palestra falava de como usar formatos alternativos para impressão de cartas e props para os jogos.

Agora é começar a criar, GameChef chegando ideias não param de aparecer…. mão na massa!

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Sim! nós podemos!

Olá!

Sou Wagner Zamburi e criei um jogo,  gostei e quero continuar.

Foi tudo muito louco, cheguei em BH no começo de 2012 e fiquei um bom tempo sem vida social, até que descobri a Kobold’s Den, uma loja/editora na savassi e vi que o conceito do que era RPG tinha evoluído (não jogava à 5 anos) e que os frequentadores discutiam sobre design de jogos e criavam os seus. Bati o martelo, criei o Mercenários! que não foi uma  proeza no quesito de design, mas foi meu ponta pé inicial.

Uma coisa eu aprendi, ler e jogar bastante coisa é muito importante para entender e desenvolver jogos e aqui será o o lugar onde colocarei minhas ideias e novas criações.

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