ILUMINAÇÃO #gamechef2014

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O prototipo do jogo ainda é bem simples e tem apenas uma pagina de regras, sugiro que leia e então volte. 🙂

Os temas desse ano foram realmente bem tranquilos, NÃO HÁ LIVRO e os ingredientes foram ABSORVER, RELUZENTE, FOICE e INDOMADO.

O desafio era fazer algo simples que era capaz de sustentar uma narrativa, o que eu vejo em jogos mais simplórios é o jogo (mecânicas) não impulsionar a narrativa, isso deixa o jogo chato e pobre. Sei que ainda não consegui isso com ILUMINAÇÃO (que é um nome ruim /=) mas esse é apenas um prototipo.

Como este é um jogo totalmente narrativo  o tempo, espaço, lógica não precisam ser exactos, apenas deixe que faça algum sentindo na historia. A sacada é satisfazer seus colegas de mesa caso não consiga isso o progresso para a iluminação será bem mais difícil. Isso é bem legal, pois força o jogador a (tentar) agradar as todos e explorar o máximo nas narrativas e questões.

A temática é sobre um monge, mas o que é um monge? Nesse jogo pode ser qualquer coisa, desde um lutador marcial, uma mago, um dragão e ainda assim ser um monge. O  lance é que estão em busca de enriquecimento espiritual, e seus dogmas, ritos são totalmente livres, a cada oportunidade de narrativa tente agregar esses valores, e as questões também podem (devem!) explorar esses conceitos.

Os temas ABSORVER, RELUZENTE estão bastante presentes, absorver valores e sabedoria nas provações para enfim chegar no caminho da iluminação.

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6 comentários sobre “ILUMINAÇÃO #gamechef2014

  1. Oi Wagner, tudo bem? Acabei de ler seu jogo Iluminação, como foi esse o contato que achei no fórum vou deixar o feed por aqui ok?

    Eu gostei muito, mas muito mesmo da temática “monge procurando iluminação”. É algo que dá para trabalhar muito, e tornar o jogo algo bem pessoal e significativo.

    Gostei também da mecânica de perguntas. Tem como desenvolver um pouco mais ela, acho que esta um pouco crua e poderia ter até mais impacto, mas tá legal.

    Algo que me incomodou foi o uso dos dados. Me parece que existe muita possibilidade da situação do jogador piorar com a narrativa, mas não melhorar. Minha sugestão seria que a cada rodada um novo d6, ou algo um pouco menor, fosse adicionado na tentativa do jogador de “aprender”, refletindo a experiência ganha com o tempo.

    No mais, bem bacana, parabéns!

  2. Fala! Muito obrigado pelo contado! Que bom que gostou!
    Sobre as perguntas, tb pude perceber seu potencial e to tentando explorar melhor isso.
    sobre os lance dos dados, realmente ta bem confuso, mas como o GameChef é um concurso bem curto ñ da pra ficar fritando em mecânica redonda e ele deixa bem claro que o conceito do jogo (protótipo) que importa! pelo seu feedback acho que fui feliz! peço para acompanhar o desenvolvimento aq no blog! Obrigado!

  3. Felix Maciel Meneghelli disse:

    Fala Wagner! Eis o feedback do seu jogo (e desculpe pela demora).

    – O que mais gostei no jogo
    A Simplicidade é algo que chama a atenção. Eu, particularmente, gosto de jogos com mecânicas simples e o seu tem esse tom. Os modelos de ficha são super simples, o que estimula tanto o jogador iniciante quanto o experiente a ingressar em uma sessão. A ideia de criar um monge, um indivíduo em uma jornada pessoal de iluminação é bem romântica e chamativa. É legal também a forma como este indivíduo pode ser construído, não precisando se agarrar a padrões.

    – O que achei confuso no jogo
    A forma como os testes são feitos para concluir a cena ficou bem confusa. Defina melhor quais dados são rolados e com o que são comparados.
    Não ficou bem claro a função dos marcadores na ficha. Qual a diferença entre ter 1 ou 2 marcadores?
    Sobre as perguntas que podem colocar elementos novos, esses elementos são inseridos na ficha? A ficha é sempre a mesma ou muda conforme mudam os dados?
    Quando se ‘aprende’ algo e se muda de dado, esse dado tem alguma função além de simbolizar o avanço?

    – O que precisa ser melhor trabalhado no jogo.
    Tudo bem que não é uma versão final, porém as mecânicas estão bem confusas e precisam ser explicadas de forma mais clara.
    Poderia haver uma recompensa após as provações, inclusive na última, algo que simbolize o aprendizado do monge e represente isso na jogabilidade.

    – O que pode ser mudado no jogo.
    Ao invés de simbolizar o avanço com dados (se é correto o que eu compreendi) este avanço poderia ser feito por simples marcações na ficha.
    Os dados poderiam ser simplificados. Utilizando apenas dados de seis faces deixaria o jogo bem mais acessível, já que não parece haver real necessidade de dados de mais faces.
    As mecânicas podem ser simplificadas, reduzindo o número de dados rolados.

    Considerações:
    Cara, gostei mesmo da ideia do seu jogo. Acho que tens aí potencial pra um jogo realmente lindo. Gostaria que você não encarasse essas observações como críticas vazias ao teu projeto, e sim sugestões para melhorar tua proposta.
    No mais, é isso mesmo.

    Abraços e força!
    Felix Maciel Meneghelli

  4. Fala Felix!

    então, todas as considerações são de total verdade! essa mecânica estava muito confusa, tanto que na nova versão já ñ existe dados e os marcadores tem outra função. Como vc disse, ainda ñ é um jogo pronto, e sim um prototipo.
    gostei da ideia de recompensa, isso mecanicamente falando, vo bolar algo, faz todo o sentido.
    Muito obrigado mesmo pelo feedback vc tá ajudando MUITO a construir ILUMINAÇÃO!

  5. Jolly Roger disse:

    Review Iluminação:

    O mais interessante do jogo é a simplicidade e objetividade. O tema ficou sutilmente bem encaixado nas propostas do Game Chef 2014.

    As mecânicas de jogo se relacionam naturalmente com a ideia de iluminação, e é conferido um destaque especial à narrativa e ao roleplay, o que é muito legal.

    No entanto, a mecânica dos dados não ficou muito clara. Não é informada a quantidade de dados necessária ao setup inicial do jogo, e a descrição da mudança de dados (do d6 para o d8, do d8 para o d10, etc.) nos leva a crer que: no caso de somente o dado do desafio mudar, estes ficam mais difíceis – beirando o impossível; no caso de somente o dado do monge mudar, este enfrenta desafios cada vez menores; e no caso de os dois dados mudarem, a dificuldade, de certa forma, se mantém constante.

    Sugerimos que a mecânica dos dados seja mais bem esclarecida, e, se for o caso, equilibrado o nível de progressão dos desafios, a fim de melhorar a experiência de jogo.

    Abraços e uma garrafa de rum!

    Jolly Roger Game Studio

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